
BYOD e BYOM na sala de reunião
BYOD e BYOM descrevem a sala em que a pessoa chega com o próprio notebook e o usa para apresentar ou para conduzir a chamada. A ATIV projeta e instala a conexão entre o notebook e os equipamentos da sala, por cabo ou sem fio.
O que muda entre BYOD e BYOM
BYOD (traga seu dispositivo) é o uso mais simples: o notebook envia a imagem para a tela da sala. BYOM (traga sua reunião) vai além: a chamada roda no notebook, em qualquer plataforma, e usa a câmera, os microfones e as caixas da sala no lugar dos que vêm no computador.
A sala precisa fazer isso sem instalação de programa e sem ajuda da TI. A pessoa conecta, a tela mostra o conteúdo e o aplicativo de reunião encontra os dispositivos da sala na lista de câmera e de áudio.
Conexão por cabo ou sem fio
O projeto costuma manter o cabo mesmo quando há conexão sem fio, como caminho que não depende da rede nem de compatibilidade de sistema operacional.
- Cabo USB-C: um único cabo leva o vídeo do notebook para a tela e traz a câmera e o áudio da sala. Pode também carregar o notebook. É a forma mais previsível.
- Cabo HDMI: leva imagem e som para a tela. Para a chamada usar a câmera e os microfones da sala, é preciso um segundo cabo, USB.
- Conexão sem fio: um receptor na sala recebe a tela do notebook pela rede ou por um transmissor ligado ao computador. Alguns sistemas também entregam a câmera e o áudio da sala sem cabo.
- Comutador: equipamento que escolhe entre o computador fixo da sala e o notebook, e entrega os dispositivos da sala a quem estiver em uso.
O que o notebook entrega e o que continua fixo com BYOD e BYOM
O notebook entrega duas coisas: o vídeo, que é a tela compartilhada ou a imagem dos participantes remotos, e o áudio da chamada, que é a voz de quem está longe. Ele também fornece a conexão com a plataforma de reunião.
Continuam fixos na sala a câmera, os microfones, as caixas, a tela e, quando existe, o processador de áudio. O cancelamento de eco é feito pelo equipamento da sala, e o projeto cuida para que o aplicativo do notebook não aplique um segundo tratamento sobre o mesmo sinal.
O comprimento do cabo tem limite, sobretudo em USB-C com vídeo. Quando a mesa fica longe da tela, entram extensores, e o ponto de conexão é previsto no mobiliário desde o projeto.
Rede de convidados e controle da sala
O notebook de um visitante não entra na rede dos equipamentos da sala. A conexão sem fio usa a rede de convidados, separada da rede corporativa, e o receptor faz a ponte só para a imagem. A TI define se visitantes podem usar o recurso e com que autenticação.
O controle detecta o notebook conectado, liga a tela e seleciona a entrada. Ao desconectar, a sala volta ao estado inicial depois de um tempo definido no projeto.
Testes com notebooks diferentes
O comissionamento repete a conexão com mais de um sistema operacional e com as plataformas de reunião que o cliente indicar. Em cada combinação conferimos se a imagem aparece na resolução da tela, se a câmera e o áudio da sala são reconhecidos e se a troca entre o computador da sala e o notebook funciona.
Com uma chamada em curso, verificamos os níveis de áudio de conferência e o cancelamento de eco, itens da ANSI/INFOCOMM 10:2013, com as metas do projeto conferidas em campo.
Escopo e limites no contrato
O contrato registra os tipos de conexão entregues, as combinações de sistema e plataforma testadas e o que fica fora do escopo, como a configuração dos notebooks dos usuários. Cabos de mesa são item de desgaste, e a reposição é definida em contrato.
A entrega inclui uma instrução curta de uso, fixada na sala ou exibida no painel.
Páginas para aprofundar
Para indicar o tipo de conexão, a ATIV precisa saber quem usa a sala, que notebooks a empresa adota e onde fica a mesa em relação à tela.
Quer que a sala aceite qualquer notebook?
Diga quem usa a sala e quais plataformas aparecem nos convites. Indicamos o tipo de conexão.
