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A sala operando na plataforma do cliente
As plataformas de videoconferência chegam à empresa antes da sala: o cliente já usa Teams, Zoom, Webex ou Google Meet nos computadores. A ATIV projeta e instala a sala para entrar nessa plataforma, com a mesma agenda, as mesmas contas e a mesma forma de iniciar a reunião.
A sala segue a escolha que a empresa já fez
A escolha da plataforma é uma decisão de TI, ligada a licenças, correio, agenda e política de segurança. O projeto audiovisual não a refaz. O trabalho é fazer a sala se comportar como mais um participante da plataforma, com conta própria e presença na agenda.
Para o usuário, o resultado esperado é simples: a reunião marcada aparece no painel da sala e começa com um toque, com a câmera e os microfones da sala, e não os do notebook.
Dois modos de operar a sala
O projeto define o modo por tipo de sala. Entram, em categoria, o computador ou equipamento de sala, o painel de toque, a câmera, os microfones, as caixas, a tela e, nas salas maiores, o processador de áudio.
- Sala nativa: um computador dedicado ou um equipamento com o aplicativo da plataforma fica ligado à tela, à câmera e ao áudio. A sala tem conta, aparece na agenda e entra na reunião pelo painel.
- Sala aberta ao notebook: quem conduz a reunião conecta o próprio computador e usa a plataforma que quiser, com os dispositivos da sala.
- Sala com os dois modos: nativa para a plataforma da empresa e com entrada para notebook quando o convite vem em outra.
Plataformas de videoconferência, rede e contas
A sala depende de três coisas da TI do cliente. A primeira é a conta de sala, com a licença correspondente, criada no ambiente da empresa. A segunda é a agenda: a sala é um recurso reservável, e o painel lê as reservas.
A terceira é a rede. O equipamento de sala precisa alcançar o serviço da plataforma na internet, e a TI recebe a relação do que cada dispositivo usa para liberar no firewall. Internamente, áudio e vídeo da chamada recebem prioridade por QoS. Dispositivos de sala ficam em VLAN própria, e notebooks de visitantes usam a rede de convidados.
O controle da sala conversa com o equipamento da plataforma para saber se há chamada em curso. Com esse dado ele liga a tela, ajusta a luz e evita desligar o sistema no meio de uma reunião.
Teste com a conta e a agenda reais
O comissionamento usa a conta definitiva da sala, não uma conta de teste. Agendamos uma reunião, conferimos se ela aparece no painel e entramos por ele. Com um participante externo na chamada, verificamos os níveis de áudio de conferência, o cancelamento de eco, o enquadramento da câmera e o compartilhamento de conteúdo.
Os itens seguem a ANSI/INFOCOMM 10:2013 e as metas definidas no projeto. Quando o fabricante da plataforma publica requisitos para o equipamento de sala, eles entram na lista de verificação.
Responsabilidades registradas em contrato
O contrato separa o que é da ATIV e o que é do cliente. Licenças da plataforma, contas de sala e liberação de rede são do cliente. Equipamentos, instalação, configuração, programação do controle e documentação são da ATIV.
O texto também trata das atualizações: a plataforma muda com frequência, por decisão do fornecedor. Fica escrito quem aplica atualizações no equipamento de sala, como se testa antes e qual o prazo de resposta do suporte, definido em contrato.
Caminhos a partir daqui
Com a plataforma, o tipo de licença e as plantas, a ATIV indica o modo de operação de cada sala.
Qual plataforma a sua empresa usa?
Informe a plataforma, o tipo de licença e o número de salas. Indicamos o modo de operação adequado.
