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Sala de reuniões corporativa

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Ligar plataformas e equipamentos diferentes

A interoperabilidade de videoconferência trata do caso em que as duas pontas da chamada não usam a mesma plataforma ou o mesmo tipo de equipamento. A ATIV projeta e instala a sala e a função de conversão para que a chamada aconteça sem o usuário precisar saber o que há do outro lado.

Quando as duas pontas não usam a mesma plataforma

A empresa adotou uma plataforma de reunião e a sala foi preparada para ela. O convite do cliente, do fornecedor ou do órgão público chega em outra. Em outro cenário, a sede tem salas novas e uma unidade mantém um terminal de videoconferência antigo, que não entra em reunião por link.

Nos dois casos a sala precisa participar da chamada com a câmera, os microfones e a tela que já tem, sem que alguém leve um notebook e o apoie na mesa como solução.

SIP, H.323 e gateway: o que cada um resolve

Os terminais de videoconferência de sala usam há anos dois padrões abertos. Os dois podem entrar no projeto quando a outra ponta depende deles.

  • SIP: protocolo que estabelece e encerra a chamada entre dois endereços, usado também na telefonia IP. Resolve a ligação da sala com ramais, troncos e terminais que discam por endereço.
  • H.323: padrão mais antigo de videoconferência por IP, ainda presente em terminais instalados. Resolve a chamada direta entre equipamentos de fabricantes diferentes que não entram em reunião por link.
  • Gateway: função que recebe a chamada em um padrão e a entrega em outro, convertendo sinalização, áudio e vídeo. Pode ser um serviço da própria plataforma de reunião, um serviço externo ou um equipamento na rede do cliente.
  • Entrada como convidado: recurso em que a sala de uma plataforma entra na reunião de outra pelo próprio equipamento, quando as duas plataformas oferecem essa opção.

Projeto da interoperabilidade de videoconferência

O projeto começa por uma tabela: com quem a sala precisa falar, em que plataforma ou padrão e com que frequência. Para cada linha escolhe-se o caminho mais simples que funcione. O gateway só entra onde a entrada direta não existe.

Há limites que o texto do projeto registra. Em chamada convertida, alguns recursos podem não atravessar, como o compartilhamento de conteúdo em canal separado, a visualização de vários participantes ou o controle da reunião pelo painel. Esses limites dependem do que cada plataforma oferece na data do projeto e são conferidos em teste.

Na rede, a TI do cliente recebe a relação de protocolos e portas que a chamada usa, porque SIP e H.323 atravessam o firewall de forma diferente de uma reunião por navegador. O tráfego de áudio e vídeo recebe prioridade por QoS no trecho interno.

Chamadas de teste antes da entrega

O comissionamento faz uma chamada real para cada linha da tabela. Em cada uma conferimos se a chamada conecta nos dois sentidos, os níveis de áudio de conferência, o cancelamento de eco com as duas pontas falando e a chegada do conteúdo compartilhado. A referência de itens é a ANSI/INFOCOMM 10:2013.

O que funciona, o que funciona com restrição e o que não atravessa ficam anotados no relatório, em linguagem que o usuário da sala entende.

O que o contrato delimita

O contrato lista os cenários de chamada que fazem parte do escopo e foram testados. Registra também o que depende de terceiros: a licença ou assinatura do serviço de gateway, a liberação de firewall pela TI e as mudanças que o fornecedor da plataforma fizer no serviço.

O manual de operação descreve como iniciar cada tipo de chamada. O prazo de resposta do suporte é definido em contrato.

Para seguir

Com a lista de plataformas e de terminais existentes, a ATIV monta a tabela de cenários e indica onde a conversão é necessária.

Sua sala precisa falar com outra plataforma?

Informe a plataforma que a empresa usa e a que o outro lado exige. Indicamos o caminho de ligação.

Ilustração de showroom com videowall e rack
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